terça-feira, 17 de abril de 2012

Soneto Nº 78


O sol nasceu e você não estava nos meus braços,
Você também não estava quando sua luz feneceu,
A lua competindo com sua beleza logo apareceu,
A saudade chegou sorrateira, não ouvi seus passos,

Ela tomou o seu lugar como de costume, ela sempre vem,
Chega sempre quando você se vai, leva tudo o que é de bem,
Fica a tua lembrança, o gosto do teu beijo, o perfume na camisa,
É pouco tempo, mas “Não vai ser fácil”, o coração avisa,

Felicidade é um vicio e pra alimentá-lo é só de você que preciso,
Fecho os olhos, te vejo como sempre tão linda, e ensaio um sorriso,
Na tristeza logo recaio, não é real, abro os olhos e não te vejo,

Ver-te é um motivo para sorrir e tua alegria é tudo que eu desejo,
Dentre teus braços encontrei a paz em meio ao caos do meu coração,
Quero ser tua paz, semear o amor, a cura de toda e qualquer decepção.

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