segunda-feira, 12 de abril de 2010

Soneto a minha flor VII

A dor vai te mostrar que eu não sei o que é fingir,
Quando você olhar para o lado e eu não sorrir,
Quando você sentir que o amor não é nada eterno
Com você estava no céu, e hoje visito o inferno,

Minha flor o seu perfume ainda esta na minha porta,
A saudade é uma espada que corta com fino ardor,
Sentimento nefasto, cruel, minha alma já és morta,
Fria e pálida, Quando se foi levaste todo o meu calor,

Fico parado esperando o alvorecer da sua chegada,
Por enquanto é só noite nessa triste existência magoada,
Até meu coração me esqueceu, ele junto com você partiu,

Não consigo fugir desse amor que há tempos surgiu,
Amiga e amante, não há mais como desvencilhar,
O tempo pode passar, posso até fingir, mas só sei te amar.

Parnasiano level 154...

Um comentário:

Victor Manfredine disse...

É sim.
Mentir e fingir sobre o amor, pra mim só é e será possível, empre, sobre holofotes num cenário, como ator. [...]

;)